Blog de Formação

Fraternidade Viva



By  Juventude Franciscana JUFRA) do Brasil     16:38     
Campanha da Fraternidade 2015
Tema: Fraternidade: Igreja e Sociedade
Lema: “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45)



Oração de Abertura para todos os dias:
-Vem, ó Deus da Vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar!(bis)
-Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis)
-Em nome de Cristo, eu insisto, irmãos, (bis) Que vocês não recebam sua graça em vão! (bis)
-Ao Senhor voltemos, bem de coração,(bis) Que Ele nos converta pelo seu perdão! (bis)

Oração final para todos os dias:
Oração da CF 2015.

1º ENCONTRO
CAMPANHA DA FRATERNIDADE: SERVIÇO DA IGREJA À SOCIEDADE
“Disponham-se a serviço uns dos outros através do amor (cf. Gl 5,13).

Ambiente: Em círculo, e ao meio Cruz, Bíblia, vela, cartazes e materiais das Campanhas da Fraternidade anteriores.

1 - Acolhida (a critério do grupo);

Oração de Abertura;

2 - De olho na Vida: Cada irmão e irmã participante escolhe um dos materiais das Campanhas da Fraternidade anteriores e faz comentários sobre ele, bem como memórias e lembranças de atividades destas Campanhas. Conversa livre entre os/as participantes.

Cantando:
Hino da Fraternidade (Pe. Zezinho,SCJ)
A necessidade era tanta e tamanha / Que a fraternidade saiu em campanha,
Andou pelos vales, subiu as montanhas / Foi levar o seu pão.
A dor era tanta, a injustiça tamanha, / Que a luz de Jesus que o seu povo acompanha
O iluminou pra viver em campanha / Em favor dos irmãos.
Um só coração e uma só alma, / Um só sentimento em favor dos pequenos
E o desejo feliz / De tornar o país / Mais irmão e fraterno
Vão fazer de nós / Povo do Senhor / Construtores do amor, / Operários da paz, / Mais fiéis a Jesus; / Vão fazer nossa Igreja / Uma Igreja mais santa / E mais plena de luz.
Erguer as mãos com alegria, / Mas repartir também o pão de cada dia! (3x)

3 - Conversando: O que achamos deste canto? O que nos chama atenção nele? O que ele tem haver com o que conversamos?

4 - Aprofundando:
Leitor/a 1: A Campanha da Fraternidade é grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão, renovação interior e ação comunitária, como a verdadeira penitência que Deus quer de nós em preparação à Pascoa.

Leitor/a 2: É momento de conversão, de prática de gestos concretos de fraternidade, de exercício de uma verdadeira pastoral de conjunto em prol da transformação de situações injustas e não cristãs.

Leitor/a 3: É precioso meio para a evangelização no tempo quaresmal, retomando a pregação dos profetas, confirmada por Cristo, segundo a qual, a verdadeira penitência que agrada a Deus é repartir o pão com quem tem fome, dar de vestir ao maltrapilho, libertar os oprimidos, promover a todos.

Leitor/a 4: A Campanha da Fraternidade tornou-se especial manifestação de evangelização libertadora, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de problemas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus (CNBB. Texto Base CF 2015, pág. 83).

5 - De olho na Bíblia: Atos 4,32-37
O que achamos deste texto? O que nos chama atenção nele? O que ele tem haver com o que conversamos?

Gesto concreto: Partilhar com outras pessoas como foi a vivência deste encontro e convidá-las para o próximo. Procurar estudar também individualmente os materiais da CF 2015. O que mais poderíamos fazer?

Que tal um filme?
Dica para assistir em casa ou em grupo: O Quarto Sábio. Um homem sábio, chamado Artaban, filho de um rei da antiga Pérsia, procura nas Sagradas Escrituras o significado real da vida e descobre as profecias sobre Jesus. Artaban leva consigo três pedras preciosas, para oferecer ao Messias e inicia, então, uma jornada através do deserto para encontrar-se com outros três reis magos e, com eles, ir ao encontro de Jesus, que havia nascido. Entretanto não chega a tempo de encontrá-los. Por 33 anos, Artaban e Orantes procuram por Jesus. Sempre que estavam prestes a encontrá-lo, acontecia um imprevisto, e eles o perdiam. No decorrer do seu caminho, Artaban usa os presentes para ajudar pessoas em grandes necessidades, ficando sem nada para presentear a Jesus, quando o encontrasse. A história atinge o seu ponto máximo no Domingo de Páscoa, quando Artaban, velho e morrendo, encontra o Jesus e compreende finalmente, o verdadeiro sentido da vida.

*Oração final – Oração da CF 2015.



2º ENCONTRO
VER A REALIDADE DA SOCIEDADE DE HOJE
“Alguém colocou barro nos meus olhos, eu me lavei, e estou enxergando!” (Jo 9,15b)

Ambiente: Em círculo, e ao meio Cruz, Bíblia, vela, cartaz da CF-2015 e recortes de notícias de jornais e revistas ou imagens que mostrem problemas da sociedade (bairro, cidade, estado, país, exterior...).

1 - Acolhida (a critério do grupo);

Oração de Abertura;

De olho na Vida: Cada irmão e irmã participante escolhe uma das notícias ou imagens que mostram problemas da sociedade faz comentários sobre ela. Conversa livre entre os/as participantes, acrescentando outras situações que lembram.

Cantando:
Seu nome é Jesus Cristo (D.R.)
-Seu nome é Jesus Cristo e passa fome,/ E grita pela boca dos famintos,
E a gente quando vê passa adiante, / Às vezes pra chegar depressa à Igreja.
Seu nome é Jesus Cristo e está sem casa, / E dorme pela beira das calçadas.
E a gente quando vê apressa o passo, / E diz que ele dormiu embriagado.
Entre nós está, e não o conhecemos. / Entre nós está, e nós o desprezamos. (bis)
-Seu nome é Jesus Cristo e é analfabeto, / E vive mendigando um subemprego.
E a gente quando vê diz: é um a toa, / Melhor que trabalhasse e não pedisse.
Seu nome é Jesus Cristo e está banido, / Das rodas sociais e das igrejas,
Porque fizeram dele um Rei potente, / Enquanto ele vive como um pobre.
-Seu nome é Jesus Cristo, e está doente, / E vive atrás das grades das cadeias.
E nós tão raramente vamos vê-lo, / Sabemos que ele é um marginal.
Seu nome é Jesus Cristo e anda sedento / Por um mundo de amor e de justiça,
Mas logo que contesta pela paz: / A ordem o obriga a ser da guerra.
-Seu nome é Jesus Cristo, e é difamado / E vive nos imundos meretrícios,
Mas muitos o expulsam da cidade, / Com medo de estender a mão a ele.
Seu nome é Jesus Cristo, e é toda gente, / Que vive neste mundo ou quer viver.
Pois pra ele não existe mais fronteiras, / Só quer fazer de nós todos irmãos.

2 - Conversando: O que achamos deste canto? O que nos chama atenção nele? O que ele tem haver com o que conversamos?

3 - Aprofundando:
Leitor/a 1: Na sociedade brasileira, as mudanças são tão profundas e constantes a ponto de se vislumbrar uma verdadeira mudança de época. E uma situação geradora de crises e angústias na vida pessoal, nas instituições e nas varias dimensões da sociedade. As mudanças indicam também oportunidade de uma vida cristã mais intensa e atuante (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 38).

Leitor/a 2: O modo pelo qual a Igreja dialoga de maneira contundente com a sociedade em geral é o serviço cooperativo a favor da verdade, da justiça e da fraternidade em vista do bem comum. A Igreja conta com a parceria de instituições e organizações sociais, bem como de homens e mulheres de boa vontade, unindo forças para a erradicação de injustiças e construção de uma sociedade que propicie a vida (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 60).

Leitor/a 3: A Igreja Católica exerce sua solicitude social por meio de várias pastorais e organismos. Com estes serviços, a Igreja procura transformar efetivamente a sociedade brasileira pela incidência das ações das pastorais sociais. Lembramos a pastoral do idoso, carcerária, da saúde, do menor, dos pescadores, do povo de rua, entre outras. Elas expressam a solicitude e o cuidado de toda a Igreja nas situações de marginalização, exclusão e injustiça (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 67).

Leitor/a 4: As pastorais sociais atuam em diversos âmbitos da vida social. No mundo rural: a questão agrária, os territórios dos povos tradicionais, a produção agrícola familiar e a preservação das riquezas naturais. No meio urbano: os moradores de rua, as mulheres marginalizadas, o solo urbano e o mundo do trabalho. Com as minorias: povos indígenas, quilombolas, afrodescendentes, pescadores, ciganos e migrantes (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 68).

4 - De olho na Bíblia: Marcos 6,30-38
O que achamos deste texto? O que nos chama atenção nele? O que ele tem haver com o que conversamos?

Gesto concreto: Escolher um ou mais temas sociais que acharem relevantes e realizar encontro para estudo e reflexão. O que mais poderíamos fazer?

Que tal um vídeo?
Dica para assistir em casa ou em grupo: O Anel de Tucum. Filme-documentário, num misto de realidade e ficção, demonstra a caminhada da Igreja no Brasil, através das Comunidades Eclesiais de Base e Pastorais Sociais, reafirmando a Opção pelos Pobres e destacando o protagonismo de leigos e leigas na evangelização.

Oração final – Oração da CF 2015.



3º ENCONTRO
REFLETIR COM O COMPROMISSO DE JESUS DE NAZARÉ
“Examinem tudo e fiquem com o que é bom” (Ts 5,21-22).

Ambiente: Em círculo, e ao meio Cruz, Bíblia, vela, cartaz da CF-2015 e figuras ou fotografias de ações sociais que a Igreja promove e participa.

1 - Acolhida (a critério do grupo);

Oração de Abertura;

De olho na Vida: Cada irmão e irmã participante escolhe uma das figuras ou fotografias de ações sociais que a Igreja promove e participa e faz comentários sobre elas. Conversa livre entre os/as participantes, acrescentando outras ações que lembram.

Cantando:
Nossa alegria (D.R.)
-Nossa alegria é saber que um dia / Todo este povo se libertará;
Pois Jesus Cristo é o Senhor do mundo, / Nossa esperança realizará. (bis)
-O Cristo veio libertar os pobres / E ser cristão é ser libertador.
Nascemos livres pra crescer na vida / Não pra ser pobres, nem viver na dor. (bis)
-Vendo no mundo tanta coisa errada, / A gente pensa em desanimar.
Mas quem tem fé sempre está com Cristo, / Tem esperança e força pra lutar. (bis)
-Não diga nunca que Deus é culpado / Quando na vida o sofrimento vem.
Vamos lutar que o sofrimento passa / Pois Jesus Cristo já venceu também. (bis)
-Libertação se encontra no trabalho, / Mas há dois modos de se trabalhar:
Há quem trabalha escravo do dinheiro, / Há quem procura o mundo melhorar. (bis)
-E, pouco a pouco, o tempo vai passando, / A gente espera a libertação.
Se a gente luta ela vai chegando, / Se a gente espera ela não chega não. (bis)

2 - Conversando: O que achamos deste canto? O que nos chama atenção nele? O que ele tem haver com o que conversamos?

3 - Aprofundando:
Leitor/a 1: As Sagradas Escrituras revelam que Deus é um criador amoroso. Ele viu que toda a realidade criada é boa em si mesma e desejou que o mundo fosse um lugar de harmonia e paz (cf. Gn 1,31). Na história humana, o afastamento de Deus e a escolha pelo mal são os pecados que causaram um profundo desequilíbrio no interior dos seres humanos e na própria natureza criada (cf. Gn 3,14-17). Morte, violência, guerras, conflitos, mentiras e sofrimentos são consequências da desarmonia gerada pela opção humana (cf. Gn 4,10-14) (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 112 e 113).

Leitor/a 2: No Novo Testamento, Deus leva a plenitude seu plano de salvação e libertação. Depois de ter falado muitas vezes pelos profetas e ter feito alianças com os homens e mulheres (cf. Hb 1), agora o próprio Deus se faz ser humano em Jesus Cristo (cf. Fl 2,7). Por meio de Jesus, chama os homens e mulheres a acolherem seu Reino de amor e justiça (cf. Mc 1,15), e a estabelecerem relações permeadas pela justiça (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 126).

Leitor/a 3: Ele demonstrou amor e cuidado pelos pequenos e marginalizados do seu tempo: mulheres e crianças (Mc 10,13-16; 14,9; Lc 8,1-3); prostitutas (Mt 21,31; Lc 7,37); doentes (cegos, mudos, surdos, gagos, aleijados, encurvados, a mulher febril, a mulher com fluxo constante, leprosos e epilépticos) e endemoninhados (cf. Mc 1,32-34). Estes eram pobres: estavam nas periferias físicas e existenciais. Enquanto isso, autoridades religiosas foram censuradas por Jesus: “Amarram fardos pesados e insuportáveis e os põem nos ombros dos outros, mas eles mesmos não querem movê-los, nem sequer com um dedo” (Mt 23,4) (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 128).

Leitor/a 4: Quantas vezes os pobres e os que sofrem realmente nos evangelizam! No reconhecimento desta presença e proximidade e na defesa dos direitos dos excluídos encontra-se a fidelidade da Igreja a Jesus Cristo. O encontro com Jesus Cristo através dos pobres e uma dimensão constitutiva de nossa fé em Jesus Cristo. Da contemplação do rosto sofredor de Cristo neles e do encontro com Ele nos aflitos e marginalizados, cuja imensa dignidade Ele mesmo nos revela, surge nossa opção por eles. A mesma união a Jesus Cristo é a que nos faz amigos dos pobres e solidários com seu destino (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 166).

4 - De olho na Bíblia: Lucas 6,20-26
O que achamos deste texto? O que nos chama atenção nele? O que ele tem haver com o que conversamos?

Gesto concreto: Conhecer as Pastorais Sociais e/ou outros projetos existentes por perto e divulgar seu trabalho. O que mais poderíamos fazer?

Que tal um vídeo?
Dica para assistir em casa ou em grupo: Alegria do Evangelho. Sequência de pequenos depoimentos de agentes de pastoral e teólogos sobre a Exortação Apostólica do Papa Francisco, Evangelii Gaudium, Alegria do Evangelho. Produzido pela Verbo Filmes.

Oração final – Oração da CF.

4º ENCONTRO
TESTEMUNHAR O EVANGELHO PELO SERVIÇO
 “Ela abre as mãos para o pobre e estende o braço para o indigente (Pr 31,20).
                        
Ambiente: Em círculo, e ao meio Cruz, Bíblia, vela, cartaz da CF-2015, cartolina ou papel madeira e canetas.

1 - Acolhida (a critério do grupo);

Oração de Abertura;

De olho na Vida: Cada irmão e irmã participante recorda coisas importantes que foram refletidas nos três outros encontros e escrevem no cartaz. Conversa livre entre os/as participantes, acrescentando outras reflexões que lembram.

Cantando:
O Senhor me chamou a trabalhar (D.R.)
-O Senhor me chamou a trabalhar, a messe é grande ceifar. / A ceifar, o Senhor me chamou, Senhor, aqui estou!
Vai trabalhar pelo mundo afora! Eu estarei até o fim contigo! / Está na hora, o Senhor me chamou. Senhor, aqui estou!
-Dom de amor é a vida entregar, falou Jesus e assim o fez. / Dom de amor é a vida entregar, chegou a minha vez!
-Todo o bem que na terra alguém fizer, Jesus no céu vai premiar. / Cem por um, já na terra ele vai dar, no céu vai premiar!
-Teu irmão a tua porta vem bater, não vai fechar o teu coração. / Teu irmão ao teu lado vem sofrer, vai logo socorrer!

2 - Conversando: O que achamos deste canto? O que nos chama atenção nele? O que ele tem haver com o que conversamos?

3 - Aprofundando:
Leitor/a 1: De acordo com a Doutrina Social da Igreja, que encontrou na Gaudium et Spes (Alegrias e Esperanças) um de seus pontos altos, a dignidade da pessoa humana, o bem comum e a justiça social são os critérios a partir dos quais a Igreja discerne a oportunidade e o estilo de seu diálogo e de sua colaboração com a sociedade. É por esses mesmos valores que ela pauta sua própria atuação, enquanto força de transformação deste mundo à luz do Reino de Deus, anunciado e mostrado presente por Jesus Cristo (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 226).

Leitor/a 2: A melhoria das condições de vida dos brasileiros ainda não se traduziu em melhorias nas condições estruturais de vida da população, sobretudo dos necessitados. Nesse sentido, é oportuno lembrar: a luta pela reforma agrária e as condições do trabalho no campo; as relações de trabalho que compreendem o salário justo e o emprego decente; o acesso a moradia. No caso dos indígenas, é urgente a demarcação dos territórios e a mediação nos locais onde existem agricultores que possuem título (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 230).

Leitor/a 3: No caso das comunidades quilombolas e comunidades tradicionais, é urgente que o poder executivo demarque os territórios e os proteja da especulação imobiliária. Outra urgência é estabelecer políticas públicas de inclusão social de milhares de excluídos. Estas situações requerem uma ação mais incisiva, pois envolvem situações estruturantes fundamentais do direito a vida e ao reconhecimento da dignidade humana. Além disso, ferem o bem comum e desestabilizam a justiça social, gerando exclusão e violência (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 230).

Leitor/a 4: O Papa Francisco chama todos os batizados a uma conversão missionária. O mandato missionário recebido de Jesus Cristo (cf. Mt 28,19-20) pede uma Igreja em saída para testemunhar a alegria do Evangelho, da vida em Jesus Cristo. Diz o Papa: “Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro”; e ainda: “Mais do que temor de falhar, espero que nos mova o medo de nos encerrarmos nas estruturas que nos dão uma falsa proteção”. As comunidades precisam se converter à missão (CNBB. Texto Base CF 2015, Nº 231).

4 - De olho na Bíblia: Lucas 10,25-37
O que achamos deste texto? O que nos chama atenção nele? O que ele tem haver com o que conversamos?

Gesto concreto: Visitar algum trabalho de Pastoral Social, para conhecer e demonstrar solidariedade e comunhão. Visualizar o que está escrito no cartaz, e planejar para desenvolver serviços de Pastoral Social na Comunidade. O que mais poderíamos fazer?

Que tal um vídeo?
Dica para assistir em casa ou em grupo: Pé e Fé na Caminhada.
A caminhada do povo pobre e marginalizado que se organiza em busca de seus direitos de cidadãos e cidadãs. "Pé e Fé na Caminhada" retrata a história das Comunidades Eclesiais de Base, animadas pela Fé a assumirem o compromisso pastoral de ser Igreja comprometida com a opção pelos pobres assumida concretamente pela Igreja na América Latina. É um documentário histórico e vivo da Igreja no Brasil, retratando a Ação Evangelizadora engajada na realidade do povo brasileiro. Produzido pela Verbo Filmes.


Oração final – Oração da CF 2015.


                                                   Elson Matias - Secretário Local de Formação
                                           Fraternidade Irmão Sol com Irmã Luz (Santa Rita/PB)

Sobre Juventude Franciscana JUFRA) do Brasil

A Juventude Franciscana (JUFRA) é uma proposta de vivência cristã destinada a jovens que, por vocação, carisma ou índole, se comprometem com o ideal de vida inspirado na espiritualidade franciscana A JUFRA é, ou deve ser, um monte de gente nesse mundão a fora, que tomou consciência de que: primeiro, deve esforçar-se para melhorar o mundo; segundo, que a melhora do mundo começa a partir de si mesmo; e que é preciso no mundo uma escola que ajude as pessoas a tomarem consciência disso. (Essa escola é a própria JUFRA) A JUFRA tem estilo e características próprias. Por isso nessa fraternidade de jovens, os jufristas assumem todos os deveres e, por conseguinte, gozam de todos os direitos inerentes ao compromisso franciscano de vida secular Segundo o Estatuto da JUFRA do Brasil, ela é uma associação civil com caráter e objetivos dentro exclusivamente dos campos Religioso, Educacional e Social.

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