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Mostrando postagens de outubro, 2015

A história do menino mexicano comove bispos do Sínodo

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Cidade do Vaticano – Quando dói, na Igreja, o problema das pessoas unidas em segundas núpcias que são excluídas dos sacramentos da confissão e da comunhão? A Assembleia Sinodal reunida quinta-feira, no Vaticano, na 11ª Congregação geral, ficou paralisada ao ouvir o relato de um bispo mexicano. Dom Alonso Gerardo Garza Trevino, da Diocese de Piedras Negras, em seu pronunciamento, contou o episódio de um menino que fazia a primeira comunhão em sua diocese e cujos pais, ambos divorciados e recasados, não podiam fazer a comunhão na cerimônia. Ao receber a hóstia, o menino a dividiu e levou a seus pais dois pedaços para que eles também comungassem, como todos os pais presentes. Um caso pequeno, mas que pode influir mais do que mil palavras no debate em curso no Sínodo, porque é emblemático dos sofrimentos vividos pelos católicos em ‘situação irregular’ e testemunha que os filhos de divorciados – uma porcentagem consistente dos jovens de hoje – não aceitam a exclusão dos pais desta dim...

O custo da vaidade

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Não há quem deixe de se alegrar com o progresso e o aparecimento de novas tecnologias, também quanto às próteses. Estas não apenas vão se tornando mais seguras e numerosas como, em decorrência disso, propiciam alívio aos sofrimentos e desconfortos de um sempre maior número de pessoas. Basta pensar em prótese de perna, braço, dente... E por extensão podem ser consideradas “próteses benéficas” até mesmo aquelas que substituem algum órgão. Portanto, são “próteses corretivas”, e contra as quais ninguém pode levantar qualquer tipo de objeção, desde que sejam respeitados os já conhecidos princípios éticos.  Mas também existe um segundo grupo de prótese: a não corretiva, utilizada por razões mormente estéticas. Nesse grupo é que surgem as dificuldades. Até onde procedimentos de natureza estética podem levantar questionamentos éticos? E aqui é possível distinguir entre os procedimentos mais e os menos profundos. Ainda que pintar unhas, colocar brincos, tentar diminuir a profundi...

JUFRA DO BRASIL LANÇA 11ª EDIÇÃO DO CADERNO NACIONAL DE FORMAÇÃO

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“O que desejamos, de coração, é que a JUFRA continue sempre se deixando questionar, se inquietar pela realidade presente, em tudo aquilo que nos propomos nesta Carta, e deixar que a audácia, a criatividade e a fidelidade dinâmica de Francisco ao Evangelho nos conduzam e nos permitam olhar com esperança o futuro da JUFRA que queremos construir no hoje de nossa história, na certeza de estarmos sempre em atitude de conversão e preparados para recomeçar!” Carta de Guaratinguetá – “A JUFRA QUE QUEREMOS SER” Queridos irmãos e irmãs da Jufra do Brasil, Paz e bem! É nesse desejo que registramos há quatro anos, quando reunidos em Guaratinguetá/SP, que lançamos esse XI Caderno Nacional de Formação! Em busca de uma formação que leve a um engajamento cada vez mais maduro e concreto, esse Caderno vem recheado de reflexões e registros de experiências que nossa fraternidade nacional tem experimentado. Pensado com muito carinho pela Equipe Nacional de Formação, esse material traz ...