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Mostrando postagens de março, 2014

Um olha franciscano: 50 anos do Golpe Militar

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"Quando alimentei os pobres chamaram-me santo, mas quando perguntei por que há gente pobre chamaram-me COMUNISTA" Dom Helder Câmara O Golpe Militar de 1964 foi uma ocupação violenta de todos os aparelhos de Estado, regida por atos institucionais, pela tirania, pela violação dos direitos humanos, pela repressão e pela violência. O então Presidente da República João Goulart defendia reformas de base para modificar as estruturas sociais e econômicas do país . "Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela justiça social e pelo progresso do Brasil". Em consequência, a opção pelos mais pobres e a luta por uma estrutura econômica mais justa gerou a manipulação da ideia da conspiração Comunista contra a pátria. O fortalecimento das organizações populares, como os sindicatos, levou à acusação de que se queria...

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014

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Oração Ó Deus, sempre ouvis o clamor do vosso povo e vos compadeceis dos oprimidos e escravizados. Fazei que experimentem a libertação da cruz e a ressurreição de Jesus. Nós vos pedimos pelos que sofrem o flagelo do tráfico humano. Convertei-nos pela força do vosso Espírito, e tornai-nos sensíveis às dores destes nossos irmãos. Comprometidos na superação deste mal, vivamos como vossos filhos e filhas, na liberdade e na paz. Por Cristo nosso Senhor. AMÉM! A Campanha da Fraternidade deste ano tem como tema: Fraternidade e Tráfico Humano e lema: “É para a liberdade que Cristo nos libertou” – Gl 5,1. O objetivo geral da Campanha é identificar as práticas de tráfico humano, tráfico de órgãos, de crianças entre outros e denunciá-las como violação da dignidade e da liberdade humana, mobilizando cristãos e pessoas de boa vontade para diminuir este mal, tornar este tipo de informação mais acessível e sensibilizar as pessoas. O Papa Francisco abordou a temáti...

A quaresma e a penitência de São Francisco

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             Vivenciar o tempo quaresmal é fazer recordar em nós um tempo salvífico e redentor. Por isso, o sentido da quaresma está no seu fim – a Páscoa de Jesus Cristo. Assim sendo, a Quaresma é sempre um tempo de preparação para a Páscoa e, também, tempo de lembrarmos nosso batismo e fazer penitência. Nestes dias de penitência, contudo, é muito fácil para nós, franciscanos, evocar a figura de São Francisco de Assis, um santo penitente e que adorava fazer quaresmas pelo decorrer de um ano. Eram pelo menos três: da Páscoa, de São Miguel e do Natal. Um texto das Fontes Franciscanas, diz que o santo saiu para seu recolhimento quaresmal em direção a uma pequena ilha abandonada. A travessia até a ilha fora feita com a ajuda de um bondoso senhor que o levou à travessia em seu barco. Para os quarenta dias, Francisco havia levado dois pães apenas. No final daquele tempo, porém, relata-nos os Escritos, que os dois pães continuavam inteiros. Para não se...

Santa Rosa de Viterbo e o jufrista de nossos dias

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                   Santa Rosa foi designada padroeira da Jufra por pertencer à Ordem Franciscana Secular e por ser uma jovem, que ao morrer tinha apenas 17 anos. Entretanto o contexto histórico e cultural no qual viveu Santa Rosa é muito diferente do contexto atual. A biografia de Santa Rosa nos diz que ela nutria o profundo desejo de tornar-se monja. Fez duas tentativas de entrar no mosteiro das clarissas, sendo recusada nas duas. Sem pretender discutir a natureza pessoal da sua vocação, deve-se colocar o fato no contexto mental onde ele ocorreu: na Europa da Idade Média.             Naquele tempo, o modelo de perfeição cristã era o modelo monástico. Essa idéia foi uma construção cultural de vários séculos. A partir do século IV o movimento monástico destaca o ideal da “ Fuga Mundi ”, fuga do mundo entendido naquele contexto como caos moral. Alimentaram uma espiritualidade ...

6 de Março! Dia do jufrista...

Ser jufrista é...  Ser Jufrista é recordar! O que dizer de um dia que remete a tantas recordações... Recordações pessoais, coletivas, de perto, de longe, tranquilas e até um tanto turbulentas... Mas sempre fraternas! Ser Jufrista é lembrar na pele! São memórias que renascem e que nos fazem sentir as horas na estrada rumo a um encontro ou visita fraterna; as ausências em momentos importantes da família; a ralação para arrecadar fundos para o caixa da fraternidade, o frio de um aeroporto gelado rumo aos congressos; mas também o calor de um abraço de um irmão de longe; o cheiro do café da mãe de uma irmã da fraternidade; o som de um pássaro que cantava em um retiro; o gosto do cachorro-quente, prato oficial dos encontros da JUFRA; as cores das bandeiras na foto dos encontros nacionais e até internacionais... Todos os sentidos ficam aguçados com essas memórias que esse dia suscita. Ser Jufrista é recomeçar! É certo que, por mais que saibamos e tentemos seguir nossos ideais...