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Mostrando postagens de julho, 2016
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Paz e bem. Mas antes de tudo, perdão.                 É com a mais comum e especial de nossas saudações que iniciamos a nossa catequese de hoje, esperando em Nosso Senhor Jesus Cristo, e com as intercessões de nossa Santíssima Mãe Maria Aparecida, São Bento, São Padre Pio, São João Paulo II e São Francisco de Assis que todo o conteúdo aqui abordado seja a mensagem d’Ele a cada um de nós nessa data tão especial.                 Escrever sobre São Francisco é externar o amor carismático existente em cada uma de suas ações ao longo da sua vida, que foi um testemunho vivo de amor autêntico, unitário, íntimo e sincero com o Nosso Senhor Jesus Cristo e continua hoje, após mais de 800 anos de sua conversão, a inspirar tantos homens e mulheres rumo a uma vida de santidade.          ...
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“Eis aí tua mãe!” – Mãe de Francisco, nossa mãe              O franciscanismo – do qual nós, da JUFRA, somos a face jovem – sempre foi um terreno fértil no qual a devoção à Virgem Maria floresceu com rara beleza e rapidez. Poucas décadas após a ressureição de Jesus, os primeiros cristãos fugiram à perseguição romana se escondendo no atual Egito, e fundaram as primeiras comunidades fora da região da Galiléia, onde Jesus viveu e pregou. De lá para cá, o Catolicismo estendeu-se por todo o mundo, e, apesar de inúmeras divergências e até cismas, a Virgem Maria continuou inextrincavelmente ligada à nossa fé. O próprio São Francisco nutria especial devoção por Maria, a quem consagrou a Ordem, e via na Virgem seu modelo de pobreza. Mesmo tendo abandonado tudo que possuía, além de renunciar à própria herança, “não conseguia reprimir as lágrimas, ao pensar na extrema pobreza que padeceu nesse dia a Virgem Senhora pobrezinha. Uma ...

REBELDIA JOVEM PARA DESACOMODAR O MUNDO

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A rebeldia nos jovens não é um crime. Pelo contrário: é o fogo da alma que se recusa a conformar-se, que está insatisfeito com o status quo, que proclama querer mudar o mundo e está frustrado por não saber como. Controlar ou emancipar a juventude: eis o dilema de nossos tempos. O inconformismo, que caracteriza os jovens, é a força renovadora que move o mundo, mas também algo que incomoda os já acomodados. Acomodados, despreparados ou desconhecendo a realidade do universo juvenil, muitos de nós desqualificamos a juventude, vendo-a como um incômodo ou como uma fase de passageira rebeldia. Ao invés de emancipar, desejamos controlar, dominar, moralizar. Provocando mudanças Bravamente, ao longo dos tempos, os jovens resistiram e mantêm acesa a ideia de mudar o mundo. Desejam, profundamente, que ideais e mundo sejam uma nota só. Seus sonhos são suas ideias em teimosia. Os jovens têm consciência de que precisam controlar o seu “fogo ardente”. Mas desejariam que este controle fosse de...